Amor, sexo e muito +

Um espaço para expressão e discussão de ideias

Archive for julho 2011

Thiago Fragoso sobre cena de O Astro : “Ficar nu foi o de menos”

leave a comment »

Foto: Vicente de Paulo

Muita gente voltou no tempo ao ouvir a musica Bijuterias, na voz de João Bosco, na noite de terça-feira (12), quando entrou no ar a abertura da segunda versão de O Astro, na Rede Globo.  Mais especificamente, os telespectadores viajaram para os anos de 1977 e 1978, período que durou a novela escrita por Janete Clair.  Com Rodrigo Lombardi como Herculano Quintanilha (papel que interpretado por Francisco Cuoco na primeira vez e que voltou para dar vida a Ferragus, outro homem enigmático) e Thiago Fragoso como Márcio, antes vivido por Tony Ramos, a novela está agradando o público.

Em uma das primeiras cenas, daquelas clássicas, Márcio (Tony Ramos)  fica nu depois de uma discussão com o pai, Salomão Hayala (Dionísio Azevedo). O mesmo aconteceu na nova versão: Thiago Fragoso se despe totalmente no meio uma festa.  Em entrevista para o jornalista Fel Mendes, da revista Mymag (www.mymag.com.br), para a qual fez um editorial de moda, o ator falou, entre outras coisas, sobre a dificuldade de se fazer uma cena de nudez.

– Me preparei muito pra fazer essa cena. Ela tinha uma carga emocional muito grande, eram duas páginas de monólogo! Ficar nu foi o de menos. Nem percebi as quase cem pessoas, entre atores e figuração. Meu foco era o Salomão Hayalla. E só vi aquilo naquele momento. Foi uma catarse criativa, uma cena que vai ficar marcada na minha vida.

Written by cleofrancisco

julho 14, 2011 at 3:13 pm

Nem Todo Hetero Gosta de Mulheres

leave a comment »

 

No filme Os Homens Que Não Amavam as Mulheres, alguns dos personagens masculinos da história realmente ODEIAM as mulheres. São indivíduos que já cruzaram a fronteira e estão no país da insanidade, transformando mulheres em vítimas de sua psicopatia.

Mas no dia a dia é possível prestar atenção aos sinais emitidos por certos homens que podem fazer nascer a suspeita de que eles não gostam de mulheres, apesar de terem namoradas e dizerem que se relacionam com o sexo feminino.

Quer um exemplo? Sabe aquele cara que fica falando indistintamente para quem quiser ouvir que já pegou a fulana e a beltrana? Esse tipo, além de não ser nada cavalheiro precisa fazer o comentário para ter outros orgasmos – os maiores – que vão acontecer quando contar a história aos amigos e àqueles nem tão amigos assim. E com detalhes minuciosos do que aconteceu entre quatro paredes.

Tem também aquele que fica de olho nas mulheres que passam por ele – qualquer uma – e sem nenhuma intenção de disfarçar fazem aquela cara típica de que estão avaliando meticulosamente as curvas da moça e todas as suas possibilidades. Tive o desprazer de cruzar algumas vezes na vida com esse tipo. Uma vez, posso quase jurar, vi um indivíduo que salivava como se estivesse vendo uma peça de picanha ao ponto enquanto dizia o que pensava ser um elogio à mulher. E era o que se pode chamar de rapaz bem educado.

Para esse homem, a mulher existe apenas para corroborar a ideia do quanto ELE é um macho maravilhoso. Nem vou citar os que agridem suas “amadas”, seja física ou psicologicamente. Sim, porque diminuir a mulher com palavras também é agressão e pode doer tanto quanto um soco. Claro que o homem em questão pode dissimular e não se mostrar para a mulher que quer conquistar. Então, a dica é prestar atenção ao jeito como ele se refere às mulheres que o rodeiam: mãe, irmãs, avós, tias. Também vale o jeito com que o moço fala da ex. As mágoas podem existir, mas não devem ser desculpa para grosserias com quem se teve intimidade. Lembre-se: você pode ser a ex dele amanhã.

Não são todos, óbvio. Claro que existem, sim, aqueles que apreciam de verdade as mulheres e desfrutam de um prazer genuíno ao lado delas. Geralmente, são aqueles que prestam atenção, observam, ouvem o que elas dizem. Demostram interesse em como nos sentimos, percebem nossas várias fases. Mas, principalmente e acima de tudo, mostram respeito por nós não só da boca para fora, mas em atitudes. Essas sempre dizem muito mais que palavras.

A Difícil Arte de Morar Sozinha – Parte II

leave a comment »

Mas o que uma mulher que mora sozinha pode fazer quando, além de todas as obrigações diárias, tem de se defrontar com problemas domésticos que aparecem do nada?  O trabalho sempre exigindo hora extra de atenção.  O curso de espanhol já foi mudado para os sábados à tarde porque durante a semana, à noite, ficava impossível frequentar as aulas.  Os boletos de contas a pagar se amontoam atrasados porque a fila no caixa eletrônico é sempre enorme.

Minha amiga que mora só, vive nesse corre-corre. Ela só conseguiu tempo para comprar uma geladeira seis meses depois que foi morar sozinha e só porque percebeu que estava prestes a perder o namorado para outra mulher que tinha a oferecer, além de um corpo, meia dúzia de cervejas geladas. Sabia que isso era tentador para aquele homem.  Um dia, enquanto se dirigia ao trabalho ela viu uma luz se acender no painel do carro. Nunca aquilo tinha acontecido e ela estava atrasada para uma reunião.

“O que você fez?”, perguntei? E ela respondeu: “Prestei muita atenção durante o caminho: não saiu fumaça nem vapor de nenhum lugar. Não pegou fogo e nada explodiu… até agora”. Sim, porque a luz esta acesa há mais de um ano e ela ainda não levou o carro para uma revisão. De vez em quando ela sente um cheiro estranho enquanto está dirigindo e fica esperta para ver se sai alguma fumaça de algum lado do veículo.

Mas ela é o que chamariam de pessoa desencanada, apesar das tensões cotidianas. Uma vez, no meio de uma conversa, disseram que pelo jeito sério dela no trabalho sua casa deveria ser um brinco, como se dizia antigamente e que ela deveria ser muito cuidadosa, do tipo que não consegue sair de casa sem fazer a cama. A resposta dela deixou todos sem palavras. “Fazer a cama todo dia por quê? Eu sempre volto para dormir em casa à noite. Vou desarrumar tudo de novo! Para que ter todo esse trabalho?”

Como assim? E se aparece uma visita inesperada? E a resposta: “Lembra aquele desenho animado, o Taz, o Diabo da Tasmânia, que se locomovia em redemoinho? Então, eu viro aquilo e no meio do redemoinho vou tirando tudo o que está na frente e em desordem na casa e enfiando na primeira gaveta ou porta que encontrar. Então, livro e CD podem parar dentro de geladeira e armário da cozinha, botas e sapatos vão para o maleiro do guarda roupas, lingerie embaixo do colchão… O problema é a visita desavisada abrir uma dessas portas e algo cair na cabeça dela… Mas aparentemente tudo fica organizado e dá resultado”.

E no meio das demandas profissionais, de cursos, mercado, família, idas ao banco, oficina mecânica, apareceu aquela infiltração no teto da cozinha, embaixo da pia. Só que o vizinho do andar de cima nunca estava nos raros horários em que ela parava em casa para falar sobre o assunto e cobrar o conserto do vazamento. O tempo foi passando e o teto ficando manchado e escuro como o humor dela e seus piores desejos para esse vizinho.

Mas ela teve de pedir perdão a Deus por isso. O novo zelador finalmente descobriu que o vazamento não é do apartamento de cima, mas do que está acima desse e cujo dono também nunca para em casa. Agora é rezar para conseguir falar logo com esse outro morador. Enquanto isso, energias de ódio são emanadas de um apartamento no nono andar sempre que ela lava a louça.

E aquele chuveiro horrível, que se abrir demais fica frio e, se abrir de menos, não sai água? Trocar lâmpada, pintar paredes, sifão da pia do banheiro, torneira… Ela consegue fazer sozinha e com uma das mãos amarradas nas costas. Quando arruma um tempo, claro. Mas o chuveiro… E nunca encontrava o Zé, o cara que ajudava os moradores do edifício nessas questões mais técnicas. Bom, ela suspeita que, por causa disso, a temperatura de outro relacionamento caiu. Fica complicado. Nenhum romance, por mais ardente que seja, resiste a um chuveiro frio em dias de inverno.

Written by cleofrancisco

julho 5, 2011 at 8:57 am

A difícil arte de morar sozinha – parte I

leave a comment »

Morar sozinha não é nada fácil. Sempre saindo cedo para o trabalho e chegando de noite.  Arruma-se tempo para fazer cursos depois do expediente ou no fim de semana. Também precisamos achar brecha para ir ao supermercado, arrumar a casa (sim, porque aquela faxina feita uma vez por semana tem de ser mantida nos outros dias), colocar roupa para lavar.

Temos de incluir ainda um tempo para exercitar: vale ir à academia ou a caminhada pelo quarteirão. Dizem que 30 minutos já está de bom tamanho.  Não dá para esquecer a manicure, a escova no cabelo. Quem sabe refazer as luzes também? Afinal, a raiz já cresceu bastante. Ah, e é bom aproveitar para abastecer o carro, ver o óleo e calibrar os pneus.

Tem também os boletos de contas que precisamos pagar no caixa eletrônico e que tem aquela fila. Acrescente-se ainda a ida ao ginecologista e outros médicos, os exames naquele laboratório demorado e o retorno ao doutor, que sempre encontra um probleminha que vai exigir um tratamento e nos fazer voltar. Há ainda as visitas aos familiares, saídas com as amigas para saber das últimas fofocas, ver o filme que está dando o que falar e, claro, um tempinho para namorar que ninguém é ferro.

Mas com tantos afazeres, tem coisas que ficam mesmo por fazer… E durante muito tempo.  Conheço gente que passou por saias justas por causa dessas pendências. Como a amiga que foi morar sozinha em um impulso por causa de problemas com a família e, sem muito dinheiro, alugou o apartamento mais barato que encontrou. Grande até, mas sem acabamento nas paredes, piso coberto com carpete horrível e difícil de limpar e quase nenhum móvel.

Desencanada, estava de bom tamanho um confortável colchão no chão pra dormir, televisão para ficar informada e o fogão para fazer café de manhã.  Mas era seu pedaço de paraíso, longe das discussões familiares e da tensão profissional. Com uma vida corrida e plantões de fim de semana que a obrigavam a trabalhar 15, 21 dias direto, a moça quase não parava em casa e nem se preocupou em ter uma geladeira… Por uns bons seis meses.

Até que o namorado novo começou a implicar que precisava colocar a cerveja para geladeira.  O rapaz já estava mostrando insatisfação. Era hora de satisfazer o moço com algo além de suas curvas e carinho ou o relacionamento poderia esfriar com a velocidade que a cerveja dele esquentava na pia da cozinha. Sabemos que para muitos homens, entre um corpo quente e apaixonado de uma mulher e meia dúzia de cervejas estupidamente geladas no verão, eles vão escolher a segunda alternativa.

A vida melhorou e ela foi para outro apartamento tempos depois. Mas a correria era a mesma. Outro namorado foi visitá-la pela primeira vez. Afetuosa, ela o recebeu e disse: “Sente-se, querido”. E ele, virginiano de carteirinha, do tipo que tira os sapatos e os coloca lado a lado na sapateira, respondeu: “Onde?”. Ela voltou os olhos para o sofá que parecia uma lasanha: primeira camada com jornais da semana, segunda de CDs e a terceira de livros e revistas. “Ah, puxa tudo para o chão e arruma um cantinho”, comentou sem cerimônia, como era de seu feitio. Era uma daquelas muitas semanas em que a senhora que fazia a faxina não pode ir. Parece que o romance não durou muito.

Qual seu grau de sadismo ou masoquismo? 

Nem todo hetero gosta de mulheres

Thiago Fragoso sobre cena de O Astro: “Ficar nu foi o de menos”

Tire a cabeça da bunda e seja mais feliz

Etiqueta sexual: evite mentir que ligará para ela no dia seguinte

Jaque Khury posa nua e fala sobre saída de Legendários: ” Fui mandada embora pelo Marcos Mion”

Ejaculação precoce está entre as disfunções sexuais mais difíceis de se tratar

Camisinhas diferentes são opções interessantes no mercado 

Preserv lança o maior e mais fino preservativo do país

Prudence lança preservativos com sabores de cola e melancia

Mulheres gemem para estimular o orgasmo do parceiro

Written by cleofrancisco

julho 4, 2011 at 6:00 am