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Monica Buonfliglio lança Maria, a Judia Alquimista em São Paulo e afirma: “Toda mulher tem uma vida apaixonante”

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(Foto: Divulgação) A escritora lança seu novo livro em são Paulo, no próximo sábado

(Foto: Divulgação) A escritora lança seu novo livro em são Paulo, no próximo sábado

Os admiradores do trabalho de Monica Buonfiglio têm bons motivos para se alegrar. A escritora, taróloga, astróloga e estudiosa sobre o mundo dos anjos e outros   assuntos ligados às religiões, misticismo e história está com um novo livro na praça. Nessa entrevista, a autora conta um pouco sobre Maria, A Judia Alquimista, mostrando aspectos da vida dessa mulher sensível e intuitiva. O lançamento da nova obra será no próximo sábado (20/04), na Livraria da Vila (Alameda Lorena, 1731), em São Paulo, a partir das 16h.  Aliás, Mônica adianta que já tem outro livro escrito: a biografia de Maria Quitéria, figura importante na nossa história, mas pouco conhecida pelos brasileiros. Saiba mais sobre o trabalho da escritora nessa entrevista. 

A autora pesquisou durante nove meses para escrever Maria, A Judia alquimista

A autora pesquisou durante nove meses para escrever Maria, A Judia alquimista

ASMM – Qual o tema do seu novo livro Maria,  a Judia Alquimista? A personagem existiu de fato?

Monica Buonfiglio – Maria, profetisa e alquimista, era irmã de Moisés e Aarão. É primeira profetisa a ser citada na Bíblia, concorrendo em importância com os três patriarcas: Abraão, Isaac e Jacó. Ela existiu de fato e não se trata de mito, mas de realidade. Negar sua existência seria negar a existência de Moisés. O texto foi composto com o cenário de 1.447 a. C. ocasião do Êxodo. Trato também dos anjos, da cabala, ufoarqueologia entre outros temas.

ASMM – Por que você quis escrever sobre essa personagem? 

Monica – Sou apaixonada por resgatar biografias de personagens femininos. Já conhecia a história de Maria, como uma alquimista e me aprofundei na pesquisa histórica para escrever o livro. Gostei muito do resultado. Maria é uma mulher sábia que ensina seu discípulo sobre todas as áreas da vida, especialmente na magia e alquimia. O texto em si é muito profundo, pois me baseei na mística antiga propagada entre os séculos 10 e 12.

ASMM – Quanto tempo levou para escrevê-lo? 

Monica – O corpo do texto foi composto em um mês, trabalhando diariamente. Depois iniciei a pesquisa histórica e arqueológica para terminá-lo em nove meses. Gostei muito e tenho certeza que o leitor vai apreciar mais esse trabalho.

ASMM – Tem poucos meses que você  lançou A Chinesa e Os Sapatos de Seda. Qual o segredo de ser tão criativa e rápida para escrever um livro?

Monica – Verdade. Lancei A Chinesa e os Sapatos de Seda em novembro de 2012. Não existe segredo ou dom, mas dedicação diária e muito amor em cada página escrita.

ASMM – Suas histórias sempre têm mulheres como protagonistas. Por que? 

Monica – Eu sou uma apaixonada por histórias de mulheres! É de uma riqueza sem igual! Toda mulher tem uma vida apaixonante e quem estiver lendo a entrevista pode estar pensando: “Minha vida daria um livro!” Tenho certeza disso. Deveríamos resgatar mais sobre a história de força das mulheres brasileiras. Um país sem história, não é nada.

ASMM – Você também é autora de Imperatriz Leopoldina – O Anjo da Independência do Brasil. Tem acompanhado as informações sobre as pesquisas dos restos mortais de Dona Leopoldina, D. Pedro e Dona Amélia? O que tem achado?

 Monica – Sim tenho acompanhado e fico feliz em saber que as descobertas referentes às pesquisas estão de acordo com as pesquisas históricas contidas no meu livro.

ASMM – Já tem ideia de como será o próximo livro? 

Monica – Sim e está pronto. Deve entrar para a diagramação em um mês. Ele se chama Maria Quitéria, a heroína da Independência do Brasil. Na obra, resgato a história dessa grande mulher que ajudou a consolidar o processo de independência no nosso país, na Bahia. Depois de lançado, devo viajar para as capitais nordestinas divulgando a obra. Estou muito feliz!

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Written by cleofrancisco

abril 16, 2013 às 9:45 am

Uma resposta

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  1. Realmente Mary se originou apartir de Miriam, o nome da única irmã de Moisés. Pode vir do hebraico, significando “mar de amargura, tristeza”, ou do caldeu, “senhora do mar”.

    Mary é o nome mais popular que se desenvolveu a partir de Miriam, que, por sua vez, tem sido a fonte de uma grande variedade de outros nomes. Na Torá, Miriam era a irmã de Moshê e Aharon.

    Eu vou comprar o seu livro. Me interessa e muito.
    Parabéns.

    Célio Ribeiro Jr.

    outubro 5, 2014 at 4:08 pm


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