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Instituição católica promove XX Jornada de Sexualidade com foco na Juventude; vagas são limitadas e inscrições gratuitas estão abertas

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Programa da XX Jornada de Sexualidade da UNISAL

Programa da XX Jornada de Sexualidade da UNISAL

Sim, os católicos discutem sexualidade. Mais: debatem sobre as Juventudes e Sexualidade: por onde e para onde caminham os jovens. Esse será o tema da XX Jornada Salesiana de Sexualidade promovida pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo (Unisal) no dia 24 de outubro. As inscrições são feitas apenas pelo site www.unisal.br/jornadasexualidade Para saber mais sobre o evento e a entidade entrevistei o padre Ronaldo Zacharias, doutor em Teologia Moral (Weston Jesuit School of Theology – Cambridge – USA), educador sexual, coordenador do Curso de Pós-Graduação em Educação Sexual e  também Reitor do UNISAL.

Amo, sexo e muito mais: O Centro Universitário Salesiano de São Paulo é uma instituição católica que tem uma pós-graduação em Educação Sexual cujas matérias abordam os mais diferentes aspectos do exercício da sexualidade humana. Pode contar um pouco sobre a implantação dessa pós e se houve alguma dificuldade por causa do tema que ela aborda?

Ronaldo Zacharias: O curso de pós nasceu da paixão que a Ana Canosa (psicóloga, terapeuta sexual e educadora sexual) e eu temos pela educação da juventude. Depois de anos estudando e lecionando o tema da sexualidade, acreditamos poder dar uma contribuição efetiva para a formação de educadores e profissionais que se empenham em ajudar as pessoas a serem mais felizes. Foi em 2004 que tomamos a decisão de criar um curso de pós-graduação que focasse, sobretudo, na dimensão ético-educativa da sexualidade. Convidamos a então coordenadora do Curso de Pedagogia da Unidade Santa Teresinha-São Paulo do UNISAL, professora Rita Maria Lino Tárcia e, juntos com ela, empregamos mais de um ano na elaboração do Projeto Político Pedagógico do curso. Em 2005, abrimos a primeira turma. Na época, o Projeto do curso foi submetido à análise crítica por parte de uma comissão de professores da Unidade de Lorena. Acolhidas as contribuições de tal comissão, o curso foi aprovado pelo CONSU.  Desde então, temos aberto uma turma a cada ano, com educadores e profissionais de vários Estados do Brasil e de várias cidades do Estado de São Paulo. Na época em que abrimos o nosso curso, havia outros na praça. O diferencial da nossa proposta era formar educadores sexuais, sobretudo do ponto de vista ético. Acredito ser esta especificidade que tem atraído educadores e profissionais de tantos lugares.

ASMM: O tema da XX Jornada Salesiana de Sexualidade será Juventudes e Sexualidade: Por onde caminham os jovens. Notei que juventudes está no plural. É proposital?

Ronaldo Zacharias: Desde o início, o curso de pós se propôs a contribuir com a formação de educadores e jovens de várias comunidades. Duas foram as iniciativas: o Projeto Amores e as Jornadas de Sexualidade. As Jornadas constituem um espaço privilegiado de estudo e aprofundamento de temas de fronteira e uma oportunidade concreta para que os alunos do curso de pós apresentem suas pesquisas à comunidade. Estamos na XX Jornada, que abordará o tema Juventudes e Sexualidade. O fato de juventudes estar no plural não é secundário. Não é mais possível pensar a existência de apenas uma juventude, pois não podemos reduzir um grupo social e suas construções sociais na história a uma unidade indivisível, uniforme e invariável. O que existe são juventudes, isto é, diversas expressões e significações da complexa rede que surge em nossas sociedades a partir de um grupo social e que se expressa de modo múltiplo e plural. As juventudes devem ser consideradas como grupos sociais diferenciados, com particularidades e especificidades em cada sociedade. Os rostos, os sonhos, as vozes, as dores, as esperanças das juventudes são diferenciadas em cada contexto e em cada época. Isso significa que a nossa reflexão e, sobretudo, a nossa proposta educativa não pode ser de “tamanho único”. Compreender por onde e para onde caminham os jovens significa reconhecer interesses e vias múltiplas, plurais. No campo da sexualidade isso implica reconhecer modos diferenciados de compreendê-la e vivê-la, a ponto de podermos falar também de sexualidades juvenis. Assim como as juventudes, também a sexualidade tem de ser pensada no plural. As Jornadas são eventos gratuitos, justamente para facilitar a participação de todos os que se interessam pelo tema. Nesses dez anos de caminhada, atingimos milhares de educadores e jovens. Basta isso para confirmar a atualidade e a importância da proposta.

Outra iniciativa própria do curso é o Projeto Amores. Trata-se de um estágio que os alunos da pós fazem com adolescentes e jovens de obras sociais, na grande maioria, vindos da periferia de São Paulo. O estágio é sempre realizado no terceiro semestre do curso, durante todo o semestre, em um sábado de manhã por mês. Os alunos, orientados e supervisionados pela Ana Canosa, realizam oficinas temáticas com os participantes, de modo a capacitá-los como multiplicadores de conhecimento. Nesses dez anos de existência do curso, atingimos quase mil adolescentes e jovens nos estágios realizados. Fato notável é que, nos últimos quatro anos, os pais desses adolescentes e jovens quiseram participar do estágio. Abrimos uma turma apenas para eles, mas essa também orientada pelos alunos da pós. Os resultados obtidos têm sido relevantes para os alunos e para a comunidade educativa à qual esses adolescentes e jovens pertencem.

ASMM: Notei que vão discutir Juventudes e Gênero. Por que a necessidade de se discutir gênero é tão importante para os jovens? O mesmo vale para o tema das redes sociais virtuais.

Ronaldo Zacharias: A mesa-redonda desta Jornada abordará dois temas de fundamental importância: gênero e redes sociais virtuais. Basta olhar para o momento pelo qual passa o Brasil para perceber o quanto gênero se tornou uma questão ideologicamente manipulada. Criaram um fantasma que acabou assombrando tantas pessoas, inclusive instituições religiosas, surpreendidas pela falta de preparo sobre o assunto e, consequentemente, facilmente manipuláveis. A questão de gênero tem múltiplas dimensões – biológica, psicológica, sociocultural, política, econômica, jurídica, religiosa, espiritual, ética e teológica – e, justamente pela complexidade da questão não pode ser abordada de forma irresponsável, acrítica e “terrorista”. Reconhecer a diversidade e assumi-la como referencial para a vivência e realização humana, comprometer-se com a justiça e a equidade nas relações, denunciar toda forma de violência e exclusão baseada na diferenciação sexual ou na orientação afetivo-sexual, promover o respeito à dignidade humana e aos direitos fundamentais do humano são questões intimamente relacionadas com gênero.

Outra questão que será debatida refere-se às redes sociais virtuais. O acesso irrestrito a tais redes transformou radicalmente não apenas a compreensão da sexualidade quanto ao modo de lidar com ela. As redes tornaram-se instrumentos de aproximação e de viabilização de relacionamentos. Por meio das redes, o outro que se apresenta como um perfil se diz e se comunica nos mínimos detalhes postados em cada foto, em cada preferência, em cada post compartilhado e curtido e vice-versa. Que as redes favoreceram os relacionamentos,  é fato inegável. Se tais relacionamentos são entre pessoas ou perfis, é algo a ser discutido. Outro aspecto a ser discutido: o perfil é facilmente modificável e manipulável conforme as expectativas alheias e até mesmo da própria plataforma utilizada. Até que ponto os jovens são sujeitos nesse processo e nesse espaço é algo a ser aprofundado. Enfim, as redes estão aí, à disposição de todos. E, com elas, emergiram questões que até ontem tinham outra conotação, como distância, anonimato, frustração, descartabilidade, partilha, relação. São essas questões que serão postas em debate.

ASMM: Transgêneros, homossexualidade e bissexualidade estão entre os temas muito abordados pela mídia recentemente. O senhor acha que a abertura social a essas discussões ajuda o jovem no exercício e descobrimento de sua sexualidade?

Ronaldo Zacharias: Não apenas ajuda como é essencial no processo de autoconhecimento, autoaceitação e, consequentemente, de autorrealização e humanização. Ninguém se realiza ou se humaniza sem saber quem é e sem fazer as pazes consigo mesmo. Vivemos numa era privilegiada, em que o acesso à informação está à disposição de todos. Não dá mais para se comportar como se houvesse assuntos-tabu. Novos paradigmas emergiram, e eles espelham várias possibilidades de realização do humano. Cabe aos educadores e aos jovens abrirem-se a esses novos paradigmas, a fim de que na tarefa de definição do próprio projeto de vida, integrem o que são e o que sentem.

 

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Written by cleofrancisco

agosto 25, 2015 at 10:41 am

Como turbinar a autoestima feminina? Dicas na revista Nova Família que está nas bancas

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CAPA NOVA FAMÍLIA

Falar sobre autoestima feminina é uma das coisas que mais gosto. Principalmente porque percebo a cada dia como estamos em desvantagem com os homens nesse quesito. Eles se bancam muito mais. Nós, geralmente, somos tímidas e, por isso,  deixamos de conquistar muitas coisas. Tem muito para ser mudado e quero ajudar nessa transformação. E faço meu trabalho de formiguinha, escrevendo, alertando as mulheres sobre o potencial que elas não desenvolveram por se acreditarem menos capazes em muitas áreas.

Sim, estamos em 2015 mas a revolução social e sexual que permitiu mais liberdade às mulheres é muito recente. Essas décadas de relativa alforria conquistada por nós foram muito importantes. Mas os milênios em que precisávamos ser submissas, viver à sombra do pai ou do marido que tinha a última palavra dentro de casa tem muita força ainda sobre nós e a sociedade. Eles ecoam muito forte em nossas cabeças. E a gente tem de dialogar com essas mensagens do passado, avisá-las que os tempos são outros.

Por isso, na minha coluna de estreia na revista Nova Família retomei o assunto que discuti aqui algumas vezes e devo fazê-lo outras tantas.  A publicação acaba de chegar às bancas com matérias sobre tecnologia, planejamento financeiro, saúde, comportamento, legislação, entre outros que interessam a todos os membros da família, que acabou também se transformando nos últimos tempos. Ficou curioso sobre a publicação? Ela já está nas bancas e custa R$ 9,90.

 

 

Written by cleofrancisco

março 11, 2015 at 3:53 pm

50 Tons de Cinza: trilha sonora também deve fazer sucesso

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50 tons de cinza

A adaptação do primeiro livro da trilogia 50 Tons de Cinza  estreia amanhã, no Brasil. E algumas das músicas que compõem a trilha sonora que vai embalar o romance entre Anastasia Steele e Christian Grey também prometem ser sucesso nas rádios. Uma delas, que já está sendo bastante tocada é Love Me Like You Do, com Ellie Goulding. Mas Beyoncé também participa com Haunted e uma nova versão de Crazy In Love, mais lenta e sensual que a primeira. A trilha conta com 16 músicas que incluem sucessos de Annie Lennox  (I Put a Spell on You), Frank Sinatra (Wichcraft) e Rolling Stones (Beast of Burden).

 

 

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Written by cleofrancisco

fevereiro 11, 2015 at 9:37 am

Traição masculina: um assunto que não sai da agenda

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Não tem jeito. Sempre que alguém me convida para escrever sobre um tema ou falar em um programa, dou várias sugestões. Mas advinha o que sempre chama a atenção? Traição. Em uma semana em que o assunto foi o flagra do Marcelo Adnet, marido da Dani Calabresa, beijando uma loira, então…

Minha experiência como repórter de TV e famosos por muitos anos me ensinou que o interesse pelas celebridades aumenta quando elas mostram que têm aquele lado “gente como a gente”. O que quer dizer que elas erram, sofrem, choram e passam pelos mesmos dissabores que os mortais comuns. E quando isso tem a ver com a sexualidade, dá pano para manga e assunto para muita chamada em sites e revistas.

E traição masculina foi novamente o assunto nessa entrevista no programa Conexão Mulher, na semana passada. Assista e dê sua opinião sobre o tema.

 

 

Written by cleofrancisco

novembro 18, 2014 at 11:28 am

Kit Fetiche da Prudence para o Dia dos Namorados tem preservativos diferentes, gel aromático, saia e máscara de renda

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(Foto: divulgação) Preservativos que dão sensação de esquentar e esfriar fazem parte do kit

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(Foto: Divulgação) Uma saia de renda vai junto com as camisinhas

(Foto: Divulgação) Uma saia de renda vai junto com as camisinhas

Não teve tempo de comprar um presente para comemorar o Dia dos Namorados com o seu amor? Então dê uma parada numa farmácia ou hipermercado e considere comprar o Kit Fetiche da Prudence, marca da DKT do Brasil. Ele vem com três preservativos Prudence Ice, três unidades do Prudence Fire, um gel lubrificante com aroma de morango, além de uma micro-saia e máscara confeccionadas em renda. O preço sugerido para o consumidor é de R$ 33,00

“Procuramos sempre inovar e apresentar produtos que proporcionem muito mais do que sexo seguro. Oferecer novidades e itens diferenciados faz parte do conceito da DKT e o Kit Fetiche chega para agregar ainda mais valor à marca Prudence. Os preservativos esquentam e esfriam, proporcionando sensações excitantes, o gel comaroma de morango deixa a relação mais prazerosa e o kit é sexy e de bom gosto”, comenta Denise Santos, gerente de marketing da DKT do Brasil. Para a executiva, o Dia dos Namorados é uma importante data no calendário promocional do varejo e esse tipo de ação deixa a marca em evidência, além de agradar os consumidores que buscam sempre algo novo.

(Foto: Divulgação) A máscara de renda acompanha a calcinha e as camisinhas

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Written by cleofrancisco

junho 11, 2013 at 2:21 pm

Revista UMA traz Luciana Gimenez na capa e aborda a importância do perdão entre outros assuntos

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Uma traz cartilha com as melhores carícias para cada região do corpo, guia de beleza tendência da moda verão 2014 e muito mais

Uma traz cartilha com as melhores carícias para cada região do corpo, guia de beleza,  tendência da moda verão 2014 e muito mais

Tem mágoa de algum familiar, ex-namorado ou amigo?  Pois pare de alimentar os ressentimentos e reveja esse comportamento. Perdoar os que fizeram mal (intencionalmente ou não) beneficia primeiramente quem toma a decisão de virar a página. Esse é um dos pontos abordados na matéria da revista Uma,  que esse mês tem Luciana Gimenez na capa e uma entrevista com a apresentadora. A publicação traz, ainda, reportagem sobre o complexo de Mulher Maravilha, que faz as mulheres se entregarem às dezenas de tarefas no dia-a-dia sem perceber que, às vezes, não conseguem dar conta do que é realmente importante e faz diferença na vida.

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abril 26, 2013 at 2:16 pm

Monica Buonfliglio lança Maria, a Judia Alquimista em São Paulo e afirma: “Toda mulher tem uma vida apaixonante”

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(Foto: Divulgação) A escritora lança seu novo livro em são Paulo, no próximo sábado

(Foto: Divulgação) A escritora lança seu novo livro em são Paulo, no próximo sábado

Os admiradores do trabalho de Monica Buonfiglio têm bons motivos para se alegrar. A escritora, taróloga, astróloga e estudiosa sobre o mundo dos anjos e outros   assuntos ligados às religiões, misticismo e história está com um novo livro na praça. Nessa entrevista, a autora conta um pouco sobre Maria, A Judia Alquimista, mostrando aspectos da vida dessa mulher sensível e intuitiva. O lançamento da nova obra será no próximo sábado (20/04), na Livraria da Vila (Alameda Lorena, 1731), em São Paulo, a partir das 16h.  Aliás, Mônica adianta que já tem outro livro escrito: a biografia de Maria Quitéria, figura importante na nossa história, mas pouco conhecida pelos brasileiros. Saiba mais sobre o trabalho da escritora nessa entrevista. 

A autora pesquisou durante nove meses para escrever Maria, A Judia alquimista

A autora pesquisou durante nove meses para escrever Maria, A Judia alquimista

ASMM – Qual o tema do seu novo livro Maria,  a Judia Alquimista? A personagem existiu de fato?

Monica Buonfiglio – Maria, profetisa e alquimista, era irmã de Moisés e Aarão. É primeira profetisa a ser citada na Bíblia, concorrendo em importância com os três patriarcas: Abraão, Isaac e Jacó. Ela existiu de fato e não se trata de mito, mas de realidade. Negar sua existência seria negar a existência de Moisés. O texto foi composto com o cenário de 1.447 a. C. ocasião do Êxodo. Trato também dos anjos, da cabala, ufoarqueologia entre outros temas.

ASMM – Por que você quis escrever sobre essa personagem? 

Monica – Sou apaixonada por resgatar biografias de personagens femininos. Já conhecia a história de Maria, como uma alquimista e me aprofundei na pesquisa histórica para escrever o livro. Gostei muito do resultado. Maria é uma mulher sábia que ensina seu discípulo sobre todas as áreas da vida, especialmente na magia e alquimia. O texto em si é muito profundo, pois me baseei na mística antiga propagada entre os séculos 10 e 12.

ASMM – Quanto tempo levou para escrevê-lo? 

Monica – O corpo do texto foi composto em um mês, trabalhando diariamente. Depois iniciei a pesquisa histórica e arqueológica para terminá-lo em nove meses. Gostei muito e tenho certeza que o leitor vai apreciar mais esse trabalho.

ASMM – Tem poucos meses que você  lançou A Chinesa e Os Sapatos de Seda. Qual o segredo de ser tão criativa e rápida para escrever um livro?

Monica – Verdade. Lancei A Chinesa e os Sapatos de Seda em novembro de 2012. Não existe segredo ou dom, mas dedicação diária e muito amor em cada página escrita.

ASMM – Suas histórias sempre têm mulheres como protagonistas. Por que? 

Monica – Eu sou uma apaixonada por histórias de mulheres! É de uma riqueza sem igual! Toda mulher tem uma vida apaixonante e quem estiver lendo a entrevista pode estar pensando: “Minha vida daria um livro!” Tenho certeza disso. Deveríamos resgatar mais sobre a história de força das mulheres brasileiras. Um país sem história, não é nada.

ASMM – Você também é autora de Imperatriz Leopoldina – O Anjo da Independência do Brasil. Tem acompanhado as informações sobre as pesquisas dos restos mortais de Dona Leopoldina, D. Pedro e Dona Amélia? O que tem achado?

 Monica – Sim tenho acompanhado e fico feliz em saber que as descobertas referentes às pesquisas estão de acordo com as pesquisas históricas contidas no meu livro.

ASMM – Já tem ideia de como será o próximo livro? 

Monica – Sim e está pronto. Deve entrar para a diagramação em um mês. Ele se chama Maria Quitéria, a heroína da Independência do Brasil. Na obra, resgato a história dessa grande mulher que ajudou a consolidar o processo de independência no nosso país, na Bahia. Depois de lançado, devo viajar para as capitais nordestinas divulgando a obra. Estou muito feliz!

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abril 16, 2013 at 9:45 am