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Toplessaço no Rio: desculpe nosso retrocesso, Leila Diniz

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Estava lá na manchete do portal: Mulher Melão faz topless contra o machismo.  Ué! Mas ela já não tirou inclusive a parte de baixo do biquíni para uma revista só para machos? Fiquei curiosa. Fui ler a notícia. Era sobre um grupo de mulheres que fez topless hoje (20/01), feriado de São Sebastião, no Rio. Será que a imagem do santo, sempre de torso nu, as inspirou para a escolha do dia? Lembrei-me que ontem os jornais já alardeavam o “evento”, os fotógrafos já estavam pautados para registrar as imagens, assim como os repórteres. Prato cheio para um feriadão de sol e praia.

Parei para prestar atenção nas matérias. Elas se multiplicaram rapidamente, na internet,  pelo Brasil e mundo afora com imagens das belas no ato que pleiteou o direito das mulheres ficarem sem a parte de cima do biquíni nas praias da Cidade Maravilhosa.  E na hora de peitar o machismo brasileiro, as moçoilas ouviram gritos animados dos marmanjos ansiosos:  “tira, tira”.

Observei as mulheres.  Eram todas bonitas, com curvas nos lugares certos e peitos empinados. Não vi nada flácido, nenhuma muxiba. Não vou me surpreender se alguma delas virar capa de revista masculina ou “personalidade da mídia” daqui uns dias. Entre as musas sem sutiã, modelos – inclusive uma cadeirante (talvez a única que tenha realmente ousado em estar ali) – bailarina e jornalista/atriz. Pelo que li nas matérias, a anciã do grupo, tem 35 anos. Em um vídeo no site do evento, a organizadora disse que elas lutavam por mais do que apenas a liberdade das mulheres fazerem topless mas também “pelo fim dos estereótipos de beleza e valorização do corpo da mulher”.  Mas qual mulher? A jovem e de corpo esbelto?  Não vi nenhuma gordinha ou senhora de meia idade sentada ali entre as belas.

E, claro, nas matérias algumas das entrevistadas citaram a coragem da atriz Leila Diniz, que em 1971, durante o período mais pesado do regime militar, mostrou orgulhosamente o barrigão de sete meses na praia, sem nem ao menos ser casada. Mas ela fez isso com a naturalidade que lhe era peculiar. Fez porque sentiu vontade,  como tudo em sua vida.  Leila sempre demonstrou  grande respeito por si e pelo que sentia e uma coragem imensa para assumir quem era e permitir que o mundo também soubesse disso.  Ela era ousada por ser fiel a si.  E sua bravura chamava atenção.

Os veículos de comunicação não ficaram sabendo com antecedência a data e local onde sua foto grávida seria tirada. Leila recebeu os profissionais da revista Cláudia para dar uma entrevista  sobre maternidade e optou por posar com a roupa que já vestia e estava à vontade.  Simples assim.  Sem nenhuma pretensão, esse registro se tornou histórico e símbolo de real liberdade para o corpo feminino em uma de suas fases mais ricas e belas.  Quarenta e quatro anos depois, Leila continua a ser vanguarda. Mas só porque nós, brasileiras, somos meio infantilizadas e insistimos em ser apenas as gostosas.  Não vejo nada de errado em querer objeto de desejo. Mas não podemos nos esquecer de ser também o sujeito da nossa própria história. Como fez Leila.

Written by cleofrancisco

janeiro 21, 2015 at 6:15 am

A sedução dos cabelos curtos

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De novo, Claudia Raia fica com cabelos curtos para viver uma personagem

(Foto: Wanderley Nunes) De novo, Claudia Raia fica com cabelos curtos para viver uma personagem

Peça para um homem pensar em uma imagem de mulher sedutora. Além das muitas curvas, provavelmente essa deusa vai ter também cabelos compridos.  As integrantes da ala feminina  em sua maioria (e talvez já por saberem da preferência deles), também gostam de manter madeixas mais longas. Principalmente quando jovens.

Lembro-me da época da faculdade e as meninas todas com cabelos que passavam dos ombros e, às vezes,  iam até próximo da cintura. Conforme os anos iam se passando e elas seguiam a carreira, o comprimento dos fios ia diminuindo. Não todas, mas a grande maioria. Tenho a impressão que na medida em que amadurecemos, vamos percebendo outros atributos que também podem ser muito atraentes.

Sei que muita gente vai falar que não tenho a isenção necessária para falar do assunto porque sempre usei meu cabelo curto. Fiz isso mais por praticidade que outra coisa, embora hoje saiba apreciar a beleza de um rosto feminino emoldurado por um corte diferente e moderno, como o da Claudia Raia. O cabeleireiro das estrelas,  Wanderley Nunes, foi o responsável pela mudança, com direito a participação na novela global.  E lembrei que a atriz já havia ficado com o cabelo curto assim uma única vez, quando interpretou a vilã Ângela Vidal, em Torre de Babel (1998). Fiquei pensando  que o cabelo curto também pode enviar uma mensagem: “Tenho personalidade!”  Isso também não seduz?

(Foto: Wikipédia) Há 17 anos, esse era o visual da Claudia Raia

(Foto: Wikipedia) Há 17 anos, esse era o visual da Claudia Raia

Written by cleofrancisco

janeiro 15, 2015 at 5:25 am

Traição masculina: um assunto que não sai da agenda

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Não tem jeito. Sempre que alguém me convida para escrever sobre um tema ou falar em um programa, dou várias sugestões. Mas advinha o que sempre chama a atenção? Traição. Em uma semana em que o assunto foi o flagra do Marcelo Adnet, marido da Dani Calabresa, beijando uma loira, então…

Minha experiência como repórter de TV e famosos por muitos anos me ensinou que o interesse pelas celebridades aumenta quando elas mostram que têm aquele lado “gente como a gente”. O que quer dizer que elas erram, sofrem, choram e passam pelos mesmos dissabores que os mortais comuns. E quando isso tem a ver com a sexualidade, dá pano para manga e assunto para muita chamada em sites e revistas.

E traição masculina foi novamente o assunto nessa entrevista no programa Conexão Mulher, na semana passada. Assista e dê sua opinião sobre o tema.

 

 

Written by cleofrancisco

novembro 18, 2014 at 11:28 am

Monica Buonfiglio resgata a trajetória da heroína Maria Quitéria em novo livro e afirma: “A grande maioria das mulheres não percebe a força que tem”

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(Foto: Arquivo Pessoal) A escritora lança seu 51° livro que mostra a trajetória de uma mulher valente e decidida, que no século XIX se vestiu de homem para poder entrar no exército e lutar pela independência do Brasil

(Foto: Arquivo Pessoal) A escritora lança seu 51° livro que para os leitores a história real de uma mulher valente e decidida, que no século XIX se vestiu de homem para poder entrar no exército e lutar pela independência do Brasil

Ela acaba de lançar seu 51° livro, Maria Quitéria – A Joana d’Arc brasileira, no qual narra a história de nossa heroína da Independência, que se destacou na luta para livrar o Brasil do domínio de Portugal vestida de homem. No início do século XIX, essa jovem não deu ouvidos ao pai que a proibiu de ir à guerra e transformou-se no soldado Medeiros, entrando para o Regimento da Artilharia do Batalhão dos Periquitos. Maria Quitéria esteve à frente de várias campanhas, como a defesa da ilha da Maré e a Batalha de Pirajá onde o Brasil se libertou da presença portuguesa em 2 de julho de 1823, dia esse comemorado como Independência da Bahia. A trajetória dessa mulher é contada por Monica, que deu essa entrevista exclusiva para o blog.

Amor, sexo e muito +: Por que você decidiu escrever a biografia de Maria Quitéria? O que tem na vida dessa mulher que te estimulou a escrever sobre ela?

Monica Buonfiglio: Maria Quitéria de Jesus é considerada a Joana d’Arc brasileira e é a patrona do Exército brasileiro. Ela, à frente do campo de batalha em 1823 lutou para defender nosso país da tirania dos portugueses que não aceitavam a independência do Brasil. O que tornou a personagem tão interessante a ponto de se transformar em título de um livro foi o fato de não se tratar de uma obra de ficção, pois Maria Quitéria existiu. Uma mulher ímpar, cuja história serve para ensinar que todos nós temos um herói interior que pode ser despertado.

 

ASM+: Por que Maria Quitéria fez tanta questão de ir ao campo de batalha lutar pela independência do Brasil?

Monica Buonfiglio: Ela se parecia com um rapazote, uma mulher de estatura pequena (1,60m), sertaneja e analfabeta, porém, se sobressaía em sua altivez. Atuou em uma demonstração legítima para servir bem o país. Seu lema era: “Vá para a guerra”, e não o contrário, como fizeram muitos homens em 1823, na ocasião do recrutamento, quando se negaram a ir para a luta. Sob o olhar contemporâneo, seria considerada estranha ou inconveniente. Acrescentaria que foi até mesmo louca para se recrutar no Exército Brasileiro do século XIX. É importante ressaltar que, no dia 7 de setembro de 1822, Pedro dá seu grito de Independência mas esse ato simbolizou apenas um ensaio do que ocorreria definitivamente em 2 de julho de 1823 em Salvador, com Maria Quitéria e o exército brasileiro.

 

ASM+: Quais os maiores obstáculos que essa mulher enfrentou no século XIX?

Monica Buonfiglio: Os obstáculos eram muitos, especialmente para uma mulher. Primeiramente temos que ver sob a ótica social. Eram tempos em que a mulher precisava pedir permissão ao pai até mesmo para cortar o cabelo. Imagine, portanto, uma que se vestiu de farda para lutar junto aos homens! É muita coragem! Durante o dia ela deve ter vivido muitas dificuldades como o avançar junto à tropa pela floresta nativa, a infestação de insetos nos acampamentos, os alimentos que sempre estavam estragados, além do ataque de onças e cobras. À noite, a tropa descansava sob lençóis finos, dormindo muitas vezes, da pior maneira possível. A refeição consistia em um pedaço de pão, duas sardinhas e uma fruta. Em um trecho do livro, comento sobre as dores das regras que ela poderia ter sentido. O salário da época correspondia a R$50,00. Não foi fácil…

 

ASM+: Nas regiões mais ao sul do país a figura de Maria Quitéria não é muito conhecida. É diferente no norte e nordeste?

Monica Buonfiglio: Por esse motivo me interessei em escrever o livro. No sudeste, sul e centro-oeste, poucas referências existem sobre ela. No nordeste, ao contrário, especialmente na Bahia, nossa heroína é muito homenageada especialmente no dia da independência da Bahia, comemorado em 2 de julho.

ASM+: Você viajou à Bahia para pesquisar a história de Quitéria? Ela tem descendentes?

Monica Buonfiglio: Sim, fui várias vezes pesquisar sobre o Brasil nos tempos de Quitéria, pois a literatura específica sobre ela é muito limitada. Certamente deve ter tido descendentes, que infelizmente, desconhecemos. Quitéria teve uma filha que provavelmente deve ter se casado após a morte da mãe. Quantas mulheres baianas devem ter o sangue da nossa guerreira e nem sabem disso?

ASM+: Como foi feita a pesquisa para escrever sobre Maria Quitéria?

Monica Buonfiglio: Esse livro é um projeto antigo, de 1996, pois sempre me fascinou sua história. Em 2010 comecei a buscar material para compor a obra. Comprei vários livros de história do Brasil, alguns raros, além de pesquisar nas bibliotecas em Salvador. Depois de quase concluído, li teses, artigos e mestrados publicados na internet para fechar a obra com chave de ouro. O resultado ficou muito bom. Digo que esse livro foi um verdadeiro parto por conta da dificuldade de encontrar material para pesquisa.

ASM+: Você há havia escrito antes a biografia de Dona Leopoldina, imperatriz do Brasil. Por que esse interesse em resgatar a vida de mulheres que foram importantes na História do país?

Monica Buonfiglio: Quantas histórias de mulheres existem e devem ser contadas! Adoro esse trabalho de resgate! Escrevi a biografia da Imperatriz Leopoldina em 2003 e outras obras destacando a força do poder feminino. Já estou começando outra biografia apaixonante de mais uma mulher brasileira.

 

ASM+: Acha que as brasileiras de hoje poderiam ser mais engajadas na luta por um Brasil melhor?

Monica Buonfiglio: Claro que sim e mais conquistas virão, tenho certeza! As mulheres são agentes da modernidade e creio que a obra irá fazer revigorar a força do poder feminino.

 

ASM+: Você já me disse que se decepciona ao ouvir de mulher que ela se sente infeliz por não ter namorado. Acha que as mulheres ainda estão presas à ideia de que precisam de um homem para serem felizes?

Monica Buonfiglio: Precisamos tomar a consciência que cada indivíduo é um ser completo e de uma riqueza inigualável independente do sexo. Cada mulher é um tesouro único de imenso valor. A grande maioria das mulheres não percebe a força que tem. Por isso, sejamos felizes sozinhas, acompanhadas… isso é o que menos importa nessa jornada. Mas sejamos a diferença!

ASM+: O que Maria Quitéria tem a ensinar para as mulheres do Brasil de hoje?

Monica Buonfiglio: Nos aproximamos dos outros para encontrar alguém semelhante e tomamos distância para afirmar nossas diferenças. Por isso, gostaria que os leitores se sentissem tocados pela história desta heroína e que as mulheres se sentissem inspiradas para irem ao encontro dos seus anseios e ambições.

 

(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

Serviço

Maria Quitéria – A Joana d’Arc brasileira

Editora Companhia dos Anjos

Formato: 16 x 23

Páginas: 176

Preço de capa: R$ 27,00

Email: m.buon@terra.com.br e amagiadosanjos@gmail.com

Tels: (11) 4708 1950 – (11) 4708 1965

 

 

 

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Written by cleofrancisco

junho 8, 2014 at 8:00 am

Novidade: camisinha com sabor de caipirinha

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(Foto: Divulgação) Para quem curte novidades na hora da transa: camisinha com sabor da brasileiríssima  caipirinha

(Foto: Divulgação) Para quem curte novidades na hora da transa: camisinha com sabor da brasileiríssima caipirinha

 

A cor, o aroma, e o sabor da brasileiríssima caipirinha chegou às camisinhas. A responsável pela novidade é a DKT, detentora da marca Prudence, que acaba de lançar no mercado o primeiro preservativo inspirado na bebida mais famosa do país.

O lançamento faz parte da linha Cores e Sabores, cujos preservativos tem cor, sabor e aroma. Também é possível encontrar outras versões como banana, melancia, morango, uva, chocolate, hortelã, tutti-frutti e refrigerante sabor cola.

“A Prudence é conhecida por sempre apresentar as tendências no mercado de preservativos. Lançamos a primeira linha de camisinhas com sabor, cor a aroma (Prudence Cores&Sabores), a primeira embalagem Combo, composta de preservativo e sachê extra de lubrificante íntimo (Prudence Extra Lubrificado) e agora inovamos mais uma vez com a versão caipirinha”, comenta a gerente de marketing da empresa, Denise Santos.

Para incentivar as pessoas a praticarem sexo seguro, a DKT investe em produtos diferenciados como Prudence Cores e Sabores Caipirinha, pois dessa forma consegue despertar a curiosidade do público e promover o uso de preservativo de forma prazerosa e divertida. “Desenvolvemos preservativos que as pessoas querem usar, porque saem do convencional e acrescentam um algo a mais na transa”, finaliza a executiva.

 

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Written by cleofrancisco

maio 6, 2014 at 5:11 pm

Workshop Renascimento promete benefícios físicos, mentais  e emocionais aos participantes

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(Foto: Arquivo Pessoal) A psicóloga Rose Villela será a facilitadora do workshop

(Foto: Arquivo Pessoal) A psicóloga Rose Villela será a facilitadora do workshop

Autoconhecimento,  relaxamento, aumento de energia corporal, resgate da autoestima e melhora na capacidade de lidar com traumas antigos.  De acordo com Rose Villela (psicóloga e terapeuta corporal) esses são alguns dos benefícios prometidos pelo workshop Renascimento. Rose,que também é sexóloga e apresentadora do programa Prazer em Conhecer, Sexo na Web Para Você (que vai ao ar pela TV Geração Z), aliou técnicas de respiração a trabalhos corporais elaborados pelo psicanalista austríaco Wilhelm Reich, capazes de induzir as pessoas a recordar o momento do nascimento delas.

“Com esse tipo de respiração, se oxigena o cérebro mais rapidamente, há uma mudança bioquímica e a pessoa entra em um estado alterado de consciência. Não é hipnose porque a pessoa estará consciente, no aqui e agora.”

Segundo Rose, o parto costuma ser a primeira situação traumática pela qual o ser humano passa. “Imagina o bebê, todo acolhido, protegido no mundo em que conhece e, de repente, chegar a hora nascer. É comum que as pessoas se abalem apenas com essa nova circunstância. Mas há outras como, por exemplo, gestações não desejadas,  brigas em família. A partir do quarto mês, as crianças ouvem tudo”, explicou a psicóloga.

“Tem gente que acaba vivenciando novamente o que aconteceu. É quando se dá novo significado a esse momento porque não se é mais bebê e há condições de se elaborar”, comentou a terapeuta acrescentando, ainda, que as pessoas acabam também resolvendo questões com a mãe e entendendo sensações como, por exemplo, a de desamor que pode ter se originado durante momentos delicados da gestação. Porém, é possível também que questões atuais se tornem o foco nesse momento.

Mas será que todos os participantes conseguem relembrar o momento de seu nascimento? Rose responde: “Alguns relatam situações que depois confirmam com as mães como sendo verdadeiras. Mas não dá para afiançar que as memórias e sensações correspondem ao exato momento do parto. De qualquer forma, a maioria das pessoas consegue dar novos significados a antigas pendências emocionais.”

Os exercícios aplicados nesse workshop têm o objetivo de ampliar a percepção corporal e trabalhar a resistência da couraça muscular, que é fortalecida com os problemas do dia a dia.  “A ideia não é removê-la  porque é uma defesa necessária. A ideia da couraça é um conceito de Reich,  que acreditava que ela se desenvolvia a partir do momento em que nascemos e tem muito a ver com as repressões que vivemos”, conta a especialista que dá um exemplo: “Pessoas que sofreram repressão sexual por volta dos 6 anos, podem ter uma couraça muscular na região pélvica.  Entre outras coisas, há a possibilidade de a energia bloqueada nessa área fazer com que o quadril seja rígido, sem balanço e não tenha sintonia com outras partes do corpo. Em termos de comportamento, essa pessoa tende à apatia sexual ou o contrário: é muito sexual, mas sem se conectar com o coração.  A ideia do trabalho corporal é  exatamente essa: unir coração, corpo e sexo em harmonia e equilíbrio.”

Serviço

Data: 12 de abril (sábado)

Horário: às 14 h

Tempo de duração: quatro horas

Valor: R$ 300,00

Local: região da Bela Vista, próximo da avenida Paulista

Contato: rosevillela@uol.com.br

 

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Written by cleofrancisco

março 28, 2014 at 6:20 pm

Cabo Frio: praias, história e lugares charmosos para se hospedar e desfrutar com quem se ama

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(Foto: Cléo Francisco) A areia fina e branquinha da Praia do Foguete contrasta com o mar turquesa

(Foto: Cléo Francisco) A areia fina e branquinha da Praia do Foguete contrasta com o mar turquesa

Por Cléo Francisco

O paraíso fica na terra, mais especificamente no Rio de Janeiro, em um lugar conhecido como Região dos Lagos. Cabo Frio é o nome dessa terra ensolarada, banhada por um mar cuja cor é indescritível. Por mais clichê que seja, só mesmo conhecendo a cidade para crer na beleza que ela oferece aos nossos olhos. E o que torna esse pedaço de Brasil ainda mais privilegiado é o fato de ficar ao lado de dois outros tesouros turísticos: Armação de Búzios e Arraial do Cabo. Quem curte sol e praia deve incluir esses municípios na lista de lugares obrigatórios para se conhecer. E desfrutar o que esse lugar oferece ao lado de quem se ama torna o momento ainda mais inesquecível. É uma ótima opção para os apaixonados que podem aproveitar tanto o agito das praias quanto a tranquilidade dos recantos mais desconhecidos da cidade.

Cabo Frio transpira vida. História e belezas naturais dão as mãos para encantar os mais exigentes visitantes.  A Praia do Forte, por exemplo, fica bem no centro da cidade e tem entre as atrações o Forte São Mateus, construída pelos portugueses no século XVII.  Charmoso, esse lugar antigo conta com seculares canhões de defesa e uma vista esplendorosa, de onde se avistam as praias das Dunas e do Foguete. Essa última, que ainda não é muito conhecida por quem não é da região, mantém um quê de paraíso desconhecido principalmente em épocas de baixa estação.

Próximo à Praia do Forte fica o bairro da Passagem, situado na margem direita do Canal do Itajuru, com casinhas antigas em estilo colonial e que foram a moradia de pescadores da região. Um pequeno cais, com inúmeros barcos e canoas coloridas, que parecem esperar pacientemente seus donos em águas mansas,  nos proporcionam um visual que faz brotar a sensação de tranquilidade e paz. Há apenas alguns metros dali,  uma igrejinha antiga, ao lado de uma praça bem arborizada nos engana e dá a falsa sensação de que estamos no interior e não em uma cidade litorânea. Esses extremos em um espaço tão pequeno só acrescentam charme extra a esse local.

Aliás, se assunto for edifícios antigos, Cabo Frio não deixa a desejar. Próximo da Passagem fica Charitas, uma construção do século XVIII,  usada para acolher crianças que fossem abandonadas e hoje abriga exposições de arte.  Bem próximo dali fica o Convento Nossa Senhora dos Anjos, prédio que chama a atenção pelo tamanho  e bela arquitetura do período colonial. Veja mais fotos abaixo e dica de hospedagem.

(Foto: Cléo Francisco) Ainda uma praia desconhecida dos turistas, o Foguete encanta pelo tom do seu mar e por ser quase deserta na baixa temporada

(Foto: Cléo Francisco) Ainda uma praia desconhecida dos turistas, o Foguete encanta pelo tom do seu mar e por ser quase deserta na baixa temporada

(Foto: Cléo Francisco) além de praias incríveis, Cabo Frio tem cantinhos muito charmosos como Bairro da Passagem

(Foto: Cléo Francisco) além de praias incríveis, Cabo Frio tem cantinhos muito charmosos como Bairro da Passagem

A praça que fica no Bairro da Passagem é bem arborizada e, com sua igreja antiga, faz a gente pensar que está no interior e não em uma cidade litorânea

A praça que fica no Bairro da Passagem é bem arborizada e, com sua igreja antiga, faz a gente pensar que está no interior e não em uma cidade litorânea

(Foto: Cléo Francisco) Charmosas vielas levam o turista ao pequeno cais

(Foto: Cléo Francisco) Charmosas vielas levam o turista ao pequeno cais

(Fotos: Cléo Francisco) pequenas embarcações aguardam seus donos e tornam a paisagem mais bela ainda

(Fotos: Cléo Francisco) pequenas embarcações aguardam seus donos e tornam a paisagem mais bela ainda

(Foto: Cléo Francisco) Cabo Frio fica ao lado de Arraial do Cabo, outra cidade famosa por suas inúmeras praias lindas. Mas quem curte história pode aproveitar para conhecer a igreja que fica ao lado de onde chegou a embarcação de Américo Vespúcio em 1503

(Foto: Cléo Francisco) Cabo Frio fica ao lado de Arraial do Cabo, outra cidade famosa por suas inúmeras praias lindas. Mas quem curte história pode aproveitar para conhecer a igreja que fica ao lado de onde chegou a embarcação de Américo Vespúcio em 1503

(Foto: Cléo Francisco) Ao lado da igreja, outros marcos históricos contam mais detalhes sobre a chegada dos europeus à essa terra

(Foto: Cléo Francisco) Ao lado da igreja, outros marcos históricos contam mais detalhes sobre a chegada dos europeus à essa terra

(Foto: Cléo Francisco) A escultura dos pescadores na Praia da Armação, em Búzios, é um famoso ponto turístico dessa cidade que ficou conhecida mundialmente quando Brigitte Bardot passou um tempo por aqui algumas décadas atrás

(Foto: Cléo Francisco) A escultura dos pescadores na Praia da Armação, em Búzios, é um famoso ponto turístico dessa cidade que ficou conhecida mundialmente quando Brigitte Bardot passou um tempo por aqui algumas décadas atrás

(Foto: Cléo Francisco) A estátua de Juscelino Kubitschek na Armação é outro ponto  que os turistas curtem para fazer fotos

(Foto: Cléo Francisco) A estátua de Juscelino Kubitschek na Armação é outro ponto que os turistas curtem para fazer fotos

Onde ficar:

Arthropoda Guest House: Rodovia General Bruno Martins, 155 (Praia do Foguete). Telefone: (22) 2646-4805.

Para quem quer conhecer a Região dos Lagos, essa é uma excelente opção para ser hospedar. Primeiro por causa da localização: fica cerca de 15 minutos das praias de Arraial do Cabo. Mais: essa charmosa pousada fica apenas meia hora distante de Armação de Búzios ou, simplesmente, Búzios, como ficou conhecido internacionalmente o refúgio de Brigitte Bardot, badalada estrela francesa nos anos 60.

Além da facilidade para se deslocar entre as cidades, esse lugar aconchegante e acolhedor ainda conta com um cardápio que oferece verdadeiras delícias gastronômicas. Nele é possível encontrar desde pizzas até pratos elaborados da cozinha internacional,  como o delicioso Steak Au Poivre. Monique Chio Ming Netto e o marido, Jorge, os proprietários do lugar,  ajudam a transformar em experiência única e inesquecível a viagem à encantadora Cabo Frio.

(Foto: Cléo Francisco) A Arthopoda Guest House tem decoração que mescla elementos mais rústicos com outros que convidam ao aconhego

(Foto: Cléo Francisco) A Arthopoda Guest House tem decoração que mescla elementos mais rústicos com outros que convidam ao aconhego

(Foto: Cléo Francisco) Alho assado com sal grosso e especiarias é uma das delícias servidas na guest house

(Foto: Cléo Francisco) Alho assado com sal grosso e especiarias é uma das delícias servidas na guest house

(Foto: Cléo Francisco) O bacalhau ao molho branco servido na Arthopoda é uma receita de família

(Foto: Cléo Francisco) O bacalhau ao molho branco servido na Arthopoda é uma receita de família

Written by cleofrancisco

março 16, 2014 at 5:06 pm